Sempre levei o ano escolar como grandes navegações, com muitos perigosos e aventuras e que no final, ou chegaríamos ao tesouro perdido ou então seríamos engolidos pelas grandes ondas do mar e estas levaram grandes capitães, como alguém que pelo desinteresse foi engolido por uma grande onda.
No inicio da nossa perigosa viagem para o segundo ano, um novo aluno entrou abordo. Todos acreditavam que a sua capacidade levá-lo-ia ao tesouro como todos nós, e com o passar do tempo tornaria um grande capitão-mor, ele estava presente conosco em todos os tempos, sempre que precisávamos de seu apoio sua prontidão era presente, sempre levando na alegria e na compreensão. Mas nem tudo foi como imaginávamos, com o passar do tempo a agressividade e concomitantemente a monotonia do mar, foi enfraquecendo o nosso capitão-mor, que quase se apagou pela escuridão das trevas. Quase não o víamos, estava sempre ausente de suas obrigações e de nós. E nosso capitão-mor desapareceu pelas nossas lembranças, e nossos sentimentos. Todos nós havíamos nos esquecidos dele, mesmo que algum tempo atrás ele tenha sido importante para nossa viagem.
Os dias foram se passando e a cada dia mais nós aproximávamos da nossa busca preciosa, quase já podíamos vê-la, alguns já tinham a confiança que tinha conseguindo chegar e outro mesmo com receio, mas com esperança que tudo no final daria certo.
O dia chegou choros, festanças e alegria já estavam preparadas para grande final. Quando desembarcamos, o nervosismo e ansiedade tomaram conta de nós. Quando, de repente, o nosso amigo apareceu das cinzas, com os olhos reluzentes com o sorriso mais deslumbrante quando aquele ouro que nos esperava, víamos que a esperança havia retornando aquele coração. Mas nem tudo ocorreu como o nosso capitão-mor pensou que aconteceria. Todos estavam em terras firmes, e apenas eles no navio, quando uma grande onda quebrou uma parte do navio, e começou a naufragar. O desespero tomou conta do nosso capitão todos nós tentamos salvá-lo, só que era tarde demais, o tempo estava contra ele, e nada que fizesse poderia ajudá-lo. Lembro-me do ultimo olhar dele para nós, aquele olhar que demonstrava a dor e fracasso inexplicável. Todos nós sentiremos sua falta, mesmo sabendo que tudo o que aconteceu foi uma escolha que ele deixou se levar. Espero que ele esteja bem, que o nosso capitão-mor, renasça novamente das cinzas e saiba aproveitar de uma nova oportunidade, de navegar por este mar turbulento.
Em busca do tesouro perdido
Relaxe, e viva!
Muitas pessoas dizem que o coração é enganoso, e coisa e tal. Porém hoje, eu tive a certeza que não é só o nosso emocional, mas também o nosso raciocínio, falha bastante.
Tipo eu detesto (detestava? Ou detesto ainda?) uma menina, porque eu achava que ela não ia com minha cara. E hoje tomeei um tapa na cara, porque a própria, veio me cumprimentar. Levei um susto, pela atitude dela. E eu sentir que era verdadeiro.
E pra ser sincera, eu nem sei porque eu não gosto dela. Ah! Seei lá eu soou beeeem estranha...
Mas tive uma lição, às vezes não devemos ser precipitados. Senão, sem perceber, podemos entrar numa fria, e ser considerada alguém muito irritante. E não é essa visão de mim, que quero transparecer para os outros. *---*
P.S: Vou responder, toodos os comentários anteriiores
Ideias camila locatelli às 00:33 6 recados
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FOI VOCÊ!
Olá Galera!
Mais uma semana, até que fim os meus horários estão se ajeitando, e está sobrando um tempo, para escrever um pouco. Mas mudando de assunto, essa semana na aula de literatura(amo(Y)), tive que criar um texto, utilizando o recurso do sentimentalismo. Pelo fato, que tive pouco tempo para escrever, ele não ficou um dos melhores.Só que resolvi postá-lo aqui.
"Sou Caio, sozinho eu sou, ao mergulhar em noites enluaradas, deveras meu peito bate na solidão, até o dia em que te vi, não sei seu nome, e muito menos que é você! Mas, naquele inefável momento, em que seus olhares displicentes encontraram aos meus, e seus cabelos que condencendiam com a brisa gélida daquela tarde do mês de junho me deixou totalmente encantado. Estava tão bela, em seu vestido carmim, que entrava em harmonia, com sua pele pálida, tão perfeita ela estava naquele momento, que fiquei inerte ao ponto de não atrever a sair de onde eu me encontrava.
Depois daquele dia, os noites me atormentavam com suas lembranças, tinha medo de não ter outra oportunidade de vê-la, mesmo que, fosse por apenas um instante. Eu a amava mais do que a mim próprio, um amor doentio que me dilacerava a cada segundo em que ela vinha em minha mente. Eu a queria, mesmo sabendo que talvés, o amor não era mútuo. Cheguei até perder as esperanças de encontrá-la.
No crepúsculo daquele final de semana, eu a vi, minha vontade era correr e pegá-la em meus braços, dizer que ela era tudo o que eu sempre quis. E pela primeira vez eu a ouvi, sua voz era, demasiadamente inebriante. Eu não pude me conter e precisei revelá-la, o que eu sentia, por mais que fosse algo tão vergonhosamente piegas.
...
Ah! Vida, o que irei fazer com essa dor que me mata, não posso suportar essa minha vida sem minha pequena cotovia, como é embaraçoso saber que sua paixão incontrolável, que o amor da seu sonhos, pertence a outro. Como fui cair nessa, como me deixei levar pela emoção. Conjeturo modos para me livrar desse martírio, contudo a única solução na qual encontro, é me livrar desta minha pele tão fraca, tão enganadora, será a morte o último recurso em que precisarei recorrer?"
Boa Noite!!!
Respondendo todos os comentários anteriores...
Nas luz dos olhos teus...
Olhos, que transparece, tristeza, alegria, fúria. Que desmostra quem somos sem ao menos nos conhecermos.
Olhos, tão frágeis mas ao mesmo tempo tão provocantes. Essa parte tão misteriosa da anatomia humana.
Hoje estava em casa pensando na último dia que vi minha amiga, e eu que nem imaginava que aquele momento, seria a última vez que veria a luz dos teus olhos tão humildes, mas concomitantemente tão enraivados com os NÃOS que a vida lhe proporcionou.
Uma garota tão imaculada, com olhos tão puros que parecia duas pérolas negra, ela me fazia rir, me alegrava, nunca estava triste (poderia considerá-la como meu Porto seguro), até que um dia a máscara de sua vida caiu, e assim percebeu que o mundo não era uma fantasia na qual imaginara, por todo longo de sua existência.
Faz sete meses que não a vejo, e a única lembramça que tenho é da última vez que vi aqueles olhos tão cinganos, mas simultaneamente tão pueris, e é nessa hora em que meus olhos transbordam a dor que sinto em meu peito
1,2,3 testando
Meu professor de História, me perguntou uns dias atrás, se eu era feliz, e eu pensando nessa pergunta, resolvi responder ela aqui.
Eu sou feliz?
Sim. Eu me considero a pessoa mais feliz do mundo, eu tenho uma família que me ama, e que está comigo, nas horas que eu mais preciso, tenho meus bichinhos de estimação que eu mais adoro nesta vida! Tenho um namorado, que me alegra e a cada vez mais me surpreende, e tenho minhas amigas que é meu braço direito (Ops! Sou Canhota) para as armações. shuashua
Apesar da vida não ser um mar de rosas, e sempre ter uma pedrinha no caminho para me impedir de caminhar. Eu me considero feliz, eu não preciso de riquezas, nem honras para ter minha paz interior, eu estou muito bem, com minhas botinhas de carmuça, e com minhas boinas, estou muito bem apenas ouvindo Mallu Magalhães, e tocando violão nas noites de lua cheia. Não coloco a riqueza como um único objetivo de vida, porque isso vem com o tempo.
Sou muito mais, ficar em casa, ouvindo meu namorado tocando e cantando suas músicas, comendo brigadeiro com minha família, e eu escrevendo essas confissões, do que ficar na rua, fazendo sei lá o que.
E assim vai eu e meus pontinhos trilhados por esse mundão a fora, e eu não me preocupo com o que irá de acontecer amanhã, porque "se não for, é uma PIADA" apenas isso. Acredito que se todo mundo tivesse um pensamento assim, o mundo não estaria do jeito que está.
A Teoria do AMOR
Um tempo atrás, minha professora de Português, pediu para que todos os alunos de minha classe, que escrevesse um poema que difinisse o amor no nosso ponto de vista. E eu que não sou muito bem de escrever POEMAS, dizem que precisa de ter inspiração, mas eu nunca tenho. shuashua. Mas não sei o que deu em mim ontem que conseguir escrever Um poema. Deve ser por isso que o tempo está chuvoso. E depois que tinha acabado de escrever, nem acreditei que era eu que tinha escrito. Caraca tô boba até agora!!! Sério.
Por isso resolvir postá-lo este poema aqui. Espero que gostem!
Beijos
O amor é um sentimento
Que brota num momento
De sinceridade do coração
É pimenta que arde na veia
Melodia doce em lua cheia
É aroma do campo em extasiante sensação.
É um bem querer prepoderante
Um anseio de perfume constante
Triste aluarada pugente
Madrugadas gélidas em ausência displicente.
É boca seca em lábios quentes
De um desejar remanescente
Cada dia ,mais dia, mais dia
Olho suplicante, coração latente
Palavras proferidas sem verbo
Sensação onisciente
De um amar revigorante.
Amor, tão precioso e inconstante
Tal inexplicável, inelegível
Deveras bombeia o sangue na veia
De preciosa existência norteia
O universo como em veredas
Por augusto, imaculado sentimento.
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