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Maria, Maria


Maria, oh minha pequenina Maria, sentada em sua cadeira com pensamentos indecifráveis, pálida como uma neve, seu cabelo esvoaçava com as últimas folhas do outono.
Olhos baixos sem vida, palavras mórbidas com agradecimentos mútuos, sua vontade era de sair correndo e nunca mais voltar naquele lugar e lembrar-se desse dia tão tenebroso. De cabeça baixa lembrava-se das brigas corriqueiras, das risadas condescendentes, dos beijos de boa noite ou até mesmo de quando passava pela porta do quarto e via um grito esperançoso pela luta de um gol. Agora olhava pro lado e via aquele homem que um dia foi a inspiração de suas lutas imagináveis, seu herói, seu companheiro na infância que até mesmo quando as bonecas perderam-se a vida ele não deixou de amá-la.
Maria sabia que a partir daquele momento ela havia perdido o único homem que a amou incondicionalmente que daria sua vida pela dela, ela sabia que daquele momento em diante teria que dar seus próprios passos ao lado de sua mãe, tentando curar essa cicatriz aberta em sua alma, e lembrar que onde ele estivesse, seria sempre seu herói, seria SEU PAI INCODICIONAL.
        

Um pouco mais sobre Leitura

Boa noite pessoal
Vocês nem imaginam como o meu dia foi ótimo, graças a Deus que entrei de férias na faculdade por estava tenso.
Como já disse anteriormente, eu estudo Física, e semestre passado tive uma matéria chamada Fundamentos de Matemática, além de ser complexa e razoavelmente difícil. Entretanto tivemos quer ler um livro chamado TIO PETROS e a Conjectura de Goldbach.
O livro é fascinante, indico todo mundo a ler, até aqueles que dizem que matemática é um O. Depois que o li, tive uma concepção totalmente diferente sobre o que é realmente a matemática.

Sinopse do livro

Sinopse - Tio Petros e a Conjectura de Goldbach - Apostolos Doxiadis
 http://www.skoob.com.br/img/livros_new/2/42368/TIO_PETROS_E_A_CONJECTURA_DE_GOLDBACH_1277157087P.jpg


O tio Petros é visto como a ovelha negra da família. É um idoso solitário que vive sozinho num subúrbio de Atenas, a jogar xadrez e a cuidar do jardim. É visto por muitos, incluindo os irmãos, comerciantes de sucesso, como um fracassado: «Todas as famílias têm a sua ovelha negra na nossa era o tio Petros

No entanto, Petros desperta a curiosidade de um dos seus sobrinhos que decide descobrir quem é, na verdade Petros Papachristos. Sobrinho que, a certa altura, tendo descoberto que Petros foi, em tempos, um matemático famoso, decide dedicar-se à matemática. Porém, ao contrário do esperado, o sobrinho de Petros não encontra o apoio esperado por parte do tio. No início, sente-se revoltado, mas, mais tarde, descobre que o seu tio Petros era um matemático brilhante e audacioso que tinha apostado tudo na resolução de um problema e que tinha desafiado - sem sucesso - todas as tentativas de prova ensaiadas, durante quase três séculos, para a conjectura de Goldbach. Assim compreende que Petros não apoiasse a sua decisão de se dedicar à matemática porque, ele mesmo, havia dedicado - em vão - toda a sua vida à resolução de um problema matemático.

Embora inserida numa obra de ficção, a trajectória de Tio Petros é recheada de elementos da realidade. Em todo o seu percurso, Petros convive com grandes nomes da teoria dos números do século XX, como o britânico G. H. Hardy (1877-1947) e o indiano Ramanujan (1887-1920). Porém, a personagem de maior impacto na trajectória de Petros é Kurt Gödel (1906-1978), autor do célebre (e terrível) teorema da incompletude, teorema que iria ter um impacto decisivo nos destinos da matemática posterior.

Quanto à conjectura de Goldbach, que faz parte da lista dos vinte e três grandes problemas sem solução listados no Congresso Internacional dos Matemáticos de 1900, - alguns entretanto resolvidos, outros ainda sem solução - o autor considera que ele é, juntamente com a hipótese de Riemann e o último teorema de Fermat, um dos três mais difíceis. Na verdade, dos três, apenas o último foi resolvido, em 1993.

Caso queira saber mais sobre a Conjectura de Goldbach. Clik Aqui

Você Lembra?

                                  

Era como um domingo de costume. Acordei alegre pensando que veria seu rosto sorridente, sua cara de malvado e dizendo que sou a sua garota. Mas me lembrei que hoje nada disso iria acontecer e me doeu tanto que contive as primeiras lágrimas que aparecia em meu rosto.
Era tão difícil acreditar que eu não sou mais nada para você, que enquanto eu escrevia frases em meu diário você poderia está nos braços de outra.
Quantas vezes você me disse que me amava? Que eu era a garota que você sempre quis? Você diz que encontrou alguém que balançou sua vida, encontrou a peça que faltava em você.  Eu gostaria de saber qual foi a ultima vez que você pensou em mim, ou talvez você tenha me apagado totalmente da sua memória, e eu me pergunto a cada instante aonde foi que eu errei, mas cada vez que eu penso nisso, descubro que menos eu sei. Gostaria de saber se você esqueceu-se das cavalgadas ao entardecer, dos beijos incessantes, de cada momento que vivemos juntos. Queria vê-lo novamente, e só por uma vez ser sincero e dizer olhando dentro dos meus olhos que nunca me amou.

 
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